Acho que hoje termino de ler A Cidade do Sol de Khaled Hosseini (autor de O Caçador de Pipas).
“A história dos homens não é diferentes da história das mulheres, embora possa parecer à primeira vista. A cidade do sol conta a história de Mariam e Laila. Duas mulheres muito diferentes que se encontram em meio ao caos da intolerância, das tradições distorcidas, da contra contra tudo o que genuinamente somos. São protagonistas unidas para sempre pelo desejo de superar o sofrimento e o medo, vencer a opressão e encontrara a felicidades. Um desejo sem cor, seco, raça ou credo.”
A história inicia contando sobre Mariam, uma filha bastarda de um homem rico, criada em um casebre fora da cidade apenas por sua mãe, isolada do mundo e sem educação. Com a morte da mãe, a jovem Mariam, aos 15 anos, se vê forçada, por seu “pai”, a casar com um homem muito mais velho que nem ao menos conhece.
Por outro lado contasse a história de Laila, uma jovem muito bonita, filha de um professor universitário, criada de um modo “moderno” para o lugar onde vive. Estuda desde cedo e é apaixonada por seu vizinho, com quem sonha em casar um dia.
Essas duas mulheres vêm suas vidas destroçadas quando a guerra destrói com a cidade onde vivem. Muitos fogem para paises vizinhos mas elas estão presas, seja por crenças, seja pela família.
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Mariam vive uma vida miserável ao lado do marido, um homem respeitável de negócios que só pensa em ter um filho homem para ocupar o lugar de um filho que morreu (dissem que por culpa dele). Quando Mariam sofre muitos abortos seguidos o marido a larga e passa a tratá-la como uma empregada, casando-se em seguida com Laila.
Laila sonha em fugir com os pais e o “namorado” mas a mãe não aceita deixar cabul. Seu amor foge com os pais idosos mas antes engravida Laila. Uma bomba cai em sua casa e mata seus pais. Vendo seu mundo desmoronar Laila casa-se com o marido de Mariam, atraindo assim a raiva desta.
Laila é mimada por seu marido já que está grávida, mas quando o bebê nasce e é uma menina passa a ser também tratada com desprezo.
Parei nessa parte. Achei o livro muito bom, mostrando a diferença da nossa cultura com a afegã. Laila e Mariam por exemplo são obrigadas a usar a burqa (e gostam). O livro emociona em algumas partes e choca em outros. De fácil leitura, acho que terminarei hoje ou seja 2 dias. Recomendo!


25 Novembro, 2008 às 8:56 pm
Olá! Este livro me parece muito bom também! Eu particularmente gosto do autor! Gostei do seu comentário! e obrigado por visitar meu site!
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